Arquivos para May, 2008

Fotonovela chinesa de Animê

Wednesday, May 28th, 2008

O fotógrafo Chen Zun fez uma fotonovela inspirada em animês[bb] para a edição chinesa da revista masculina FHM. Cliquem na imagem para ver o resto (não apropriado para menores de 16 anos).

Via Pristina.org

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OrientalizePRO - data da divulgação do vencedor

Monday, May 26th, 2008

Já esqueceram da promoção Orientalize Pro? Pois nós não. Para casar com a celebração dos 100 anos da imigração[bb], a data de divulgação do vencedor da promoção será no dia 18 de junho de 2008. Portanto, quem ainda não se inscreveu no grupo e não tagueou suas fotos, corra, pois ainda há tempo!

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Hello Kitty tenta fazer negócio da China

Monday, May 26th, 2008

A notícia já é velha, mas vale a pena mencionar pela curiosidade. Hello Kitty tornou-se a embaixadora japonesa do turismo na China e Hong Kong. Acumulando o cargo com o de embaixadora Estado-Unidense na UNICEF. Apesar de ser o primeiro personagem fictício a ter esse cargo no Japão, Doraemon já é o embaixador do Animê desde Março.

Daqui a pouco a Pucca [bb] vira embaixadora de turismo da Coréia do Norte.

(hello kitty acess%F3rios bolsas malas ) [bb]

Via G1 e New York Times.

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Uma receita de sucesso para a Feed-se

Wednesday, May 14th, 2008

A Feed-se saiu no sábado e não falei nada até agora. Que feio, né? Pois bem, já está disponível a 1ª edição da Feed-se, de conteúdo totalmente bloguístico[bb].


Pegue a sua agora!

A contribuição da vez é sobre Lamen, como fazer e onde encontrar.

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100 anos de mães japonesas no Brasil

Sunday, May 11th, 2008

Como Franklin Ruão, já fui tocado não só pela cultura, mas pelas incríveis pessoas de natureza japonesa que cruzaram minha vida. Algumas se fazem presentes, outras se perderam no passado, mas muitas deixaram sua marca. Aproveitando essa data comemorativa deixo aqui uma singela homenagem, que não consegue sequer arranhar a superfície da complexidade, a um grupo especial:


Quando pequeno tinha um vizinho que falava um português cheio de sotaque japonês, já que ele era de uma primeira geração de imigrantes no país[bb]. Que me lembre fui convidado à sua casa apenas uma vez, e não lembro nada de sua mãe. Severa? Doce? Passiva? Difícil saber qual desses estereótipos usados para descrever as mães japonesas possivelmente se encaixaria nela.

Desde então tive a oportunidade de cruzar com toda a sorte de mães e avós japonesas, considerando ai isseis, nisseis e sanseis. Algumas conheci pouco, outras muito bem. Entre elas há as que desconfiam de mim, as super simpáticas, as que me detestam e as que me tratam como um membro da família. Tal qual como qualquer mãe com que cruzei.

Mas o que torna as mães japonesas no Brasil diferente das demais? O mesmo que qualquer mãe imigrante ou filha de imigrantes: O choque cultural. Imagine o mundo como você o conhece deixado para trás e ter que se adaptar a um lugar novo, desconhecido onde sequer os outros falam sua língua; ou ter culturas completamente separadas dentro e fora de casa. Ao mesmo tempo ter que pensar em sua família, seu marido, filhos e como satisfazer as próprias aspirações.

O que passar adiante para os filhos? Valores da terra-mãe ou liberar geral? As mães da minha geração (leia-se mães de meus amigos) são de uma fase transitória. Muitas delas tinham que saber lidar com o aprendizado dentro e fora de casa, influências de mundos diferentes, o saudosismo e esperanças dos pais com relação a suas culturas e as novidades de um mundo em constante mudança.

Filhas que agora são mães, elas possuem dupla experiência em todos os quesitos. A questão da manutenção de valores me parece muito mais ligada ao momento histórico e idade do que posição na escala migratória estabelecida (isseis para nascidos no Japão, nisses para os seus filhos e sanseis para seus netos).

Entre as avós, sejam isseis ou nisseis, as que romperam barreiras e casaram-se com Gaijins contam-se nos dedos. Suas filhas já foram mais ousadas, algumas com o apoio da família, outras até mesmo cortando relações, tudo em nome do amor. Já as netas vivem uma outra realidade, a cultura japonesa está estabelecida aqui. Os valores passam adiante com olhos rasgados ou apenas levemente puxados.

Algumas dessas mães têm apenas nomes japoneses, e para facilitar a interação com o país adotaram nomes brasileiros sem registros oficiais. Depois os filhos passaram a ser batizados com nomes brasileiros e japoneses, e hoje, alguns carregam apenas nomes tupiniquins. Isso não é diluição, é integração.

Independente da forma que isso toma, o comportamento das mães japonesas tem a mesma raiz: Zelo. Um zelo por seus filhos e a esperança de que eles irão levar adiante o melhor que a terra-mãe tem a oferecer, algo que vai além do sangue nas veias e dos olhos puxados. A vontade de que seus descendentes não sejam apenas japoneses, coreanos, chineses ou brasileiros, mas que sejam como elas, pessoas incríveis.

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Orientalize-se: A Jovem Coréia

Monday, May 5th, 2008

Sempre acho que a Coréia[bb] está em desvantagem aqui no Orientalize, para ajudar um livro está sendo lançado amanhã.

Na Livraria Cultura haverá noite de autógrafos do livro “A Jovem Coréia” com a autora Yoo Na Kim. Yoo Na Kim é uma sul-coreana vivendo desde 89 no Brasil, e agora lança um livro falando sobre seu país e a presença de seus imigrantes no Brasil.

Serviço:
Noite de Autógrafos do livro A Jovem Coréia com Yoo Na Kim.
Livraria Cultura Conjunto Nacional
Av. Paulista, 2073 - Loja 153
Data: 06/05/2008
Horário: A partir das 19:30
Site

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Orientalize-se: Orquestra Experimental de Repertório

Sunday, May 4th, 2008

No dia 18 desse mês a Orquestra Experimental de Repertório irá homenagear os 100 anos da imigração na companhia deKenny Endo,[bb] responsável pelos tambores japoneses durante a apresentação. O repertório será Concerto para tambores japoneses e orquestra de Takeo Kudo e From Me Flows What You Call Time de Toru Takemitsu.

Tudo isso no Theatro Municipal de SP com ingressos de 10, 12 e 15 reais.

Serviço:
Theatro Municipal de SP
Endereço: Pça. Ramos de Azevedo, s/nº - Centro. São Paulo - SP.
Data: 18 de Março.
Ingressos: 10, 12 e 15 reais.
Telefone: 11 3222 8698
Ingressos on-line

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Tigarah ao vivo no Tokiogaqui do SESC

Sunday, May 4th, 2008

Tigarah no SESC

E como foi o show da Tigarah? Em uma palavra: Engraçado. Nunca vi um caso de papel inverso tão grande quanto esse show. No palco uma japonezinha pulava, fazia poses e andava pelo palco enquanto na pista um bando de brasileiros ficava parado olhando e tirando fotos. Quem são os reis da ginga e da desinibição mesmo? Estamos todos ficando orientalizados ou é o Japão que está se ocidentalizando demais?

A produção do local era bem divertida. Basicamente um andar do SESC Paulista foi convertido numa overdose de referências ao Japão. Bonequinhos, mangás[bb], posters, lambe-lambes, painéis, máquinas de video-game e fliperama povoavam o lugar ao lado de um palco improvisado. A acústica obviamente não ajudava, mas quando vamos num show de funk não estamos preocupados com isso, estamos? Queremos ver bundas chacoalhando, letras sujas e dançarinas parcamente vestidas.

Mas não foi o caso. Tigarah é visivelmente vidrada no Brasil, até soltando um português de vez em quando no meio do inglês perfeito (cujas palavras nem sempre eram compreensíveis graças à mencionada acústica). As batidas não são exatamente de funk, mas a base da referência é clara. E as letras, bem, são em japonês[bb], e embora eu não fale a língua, já fui informado que são muito menos ofensivas do que as nossas.

O público por sua vez, estava lá para ver algo japonês. Sendo fãs de tal cultura, provavelmente se identificam com a famosa timidez natural do local. Portanto ficavam parados ou vendo o show através de suas câmeras, salvo raras excessões. Atrás de mim, um sujeito sabia quase todas as músicas de cor enquanto eu me esforçava para lembrar o refrão. Havia uma boa distribuição de asiáticos e ocidentais, mas o mérito fica com a senhora oriental de cerca de 50 anos presente e o tímido casal oriental que aparentava pra lá dos 60.

Tigarah estava obviamente feliz e não parava no palco. Afinal, estava no Brasil mostrando seu trabalho pela primeira vez. Executou as músicas perfeitamente e não se deixou abalar pela dureza de seu público, que mesmo com um palco de um palmo de altura não ousou invadir - algo que eu gostaria de fazer, mas meus acompanhantes não se empolgaram tanto.

Pouco antes do show acabar anunciou que irá retornar ao Brasil no segundo semestre e aparecer segunda-feira no programa do Jô - boa sorte, Tigarah, você vai precisar.

Ao final ela simpaticamente se misturou ao público dando autógrafos, tirando fotos (algumas com beijinho) e distribuindo botons. Tentei comunicar rapidamente sobre o Orientalize, mas creio que ela entendeu tudo errado. Para quem perdeu, fica a chance no segundo semestre e pretendo dar de presente aqui no Orientalize um autógrafo dela.

MarcoGomes nos cede este vídeo do show:

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Funk carioca do Japão em São Paulo

Saturday, May 3rd, 2008

Entendeu? É isso mesmo. Fiquei sabendo do evento de ultima hora, por isso o aviso de última hora. O plano era fazer um podcast com o Barone, que acabou indo pelo ralo, então espero que esse post sirva para levar ao menos uma pessoa ao show de Tigarah hoje e amanhã em São Paulo.

Pra quem não conhece, Tigarah é uma jovem japonesa ex-estudante de Ciências Políticas que, ao visitar o BRasil, se abaixonou peloFunk Carioca[bb]. Ao voltar pro Japão se desiludiu com a cena política local e conclui que faria uma contribuição maior ao mundo com a música.

E todos ficamos felizes com isso. Já que não há nada igual a Tigarah no mundo. Agora vivendo em Los Angeles ela vem pela primeira vez realizar três shows em São Paulo.

Serviço
SESC Paulista
Av. Paulista, 119 (mapa)
Datas: 02, 03 e 04 de maio.
Horário: 20:30
Censura: 18 anos.
Ingressos à venda em qualquer unidade SESC:
R$ 20,00.
Meia para estudantes e preços diferenciados para associados, trabalhadores de Comércio e Serviços e idosos.

Conheça mais sobre Tigarah no Overmundo.

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Nipovirada

Friday, May 2nd, 2008

Já passou uma semana, ou seja, passou da hora de falar do Matsuri que rolou na Virada Cultural. Pra ser honesto não fiquei muito tempo, uma horinha no máximo. Então você diz: “Mas porque? Isso não é o Orientalize! Você tinha que ficar de plantão!” Tenho três ótimos motivos:

  1. Minha companheira curte um nippon, mas não a ponto de gastar a virada toda no Matsuri
  2. Eu tinha outros planos além do Matsuri na virada
  3. Estava quente pra diabo!

A culpa do calor era o lugar extremamente apertado e sem nenhuma circulação de ar onde o evento se passou. Apesar da decoração ter sido simpática, assim como as atrações, não havia muito espaço nem para o ar, quanto mais para as pessoas circularem. As atrações que testemunhei foram:

  • Máquinas de fliperama (incluindo DDR), que ficaram desligadas durante toda minha estadia
  • Cosplayers dispersos circulavam entre a multidão. Incluindo um Luggi.
  • Caricaturas em manga.
  • Penteados, apliques e maquiagem gratuiro.
  • Telão com anime [bb]e música japonesa (inclusive um surpreendente YMCK, uma das bandas mais nóias do Japão).
  • Apresentação de Taiko

A apresentação foi muito boa. Os músicos entraram circulando entre os presentes e depois se posicionaram no palco tocando uma batucada energética digna da trilha sonora de Galactica. Depois tocaram outros estilos de música, incluindo um samba (para combinar com a idéia de Carnaval Japonês). Infelizmente o palco denunciou um outro problema do local, e grave: Ele era mais baixo que a platéia, bem mais baixo, tão baixo que eu que sou alto não consegui ver nada; só pela câmera segurada no alto ou na escada de entrada.

Resumindo: As atrações em si eram boas e podiam render uma boa noite, mas o local só atrapalhou a apreciação e o conforto dos usuários. Espero que ano que vem repitam a idéia, difícil já que o centenário é agora, e dêem um local digno, que comporte as atrações e o público com o devido respeito.

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