Na sua próxima saida às compras, não aceite sacolas plásticas. Mas também não precisa ficar carregando aquelas sacolas que andam na moda pra todo lado. Leve apenas um pedaço de pano, de preferência seda ou nylon, e com alguns rápidos nós você consegue carregar até uma bola de boliche, como no video abaixo:
Este é o Furoshiki, técnica japonesa de usar panos com nós para carregar coisas. Para aprender, dê uma olhada no Instructables, na Wikipedia ou no Furushiki.com.
A floresta Sayama no Japão está correndo risco de ser engolida pelo crescimento urbano. Ela também é conhecida como Floresta Totoro, por ser a fonte de inspiração de Hayao Miyazaki para criar o personagem Totoro.
A Pixar juntou vários artistas de quadrinhos, animação e artes plásticas para participar de um leilão e uma exposição. O intuito, naturalmente, é levantar fundos para frear a destruição da floresta. Também é possível ajudar através de doações.
Nesse dia da Terra, aproveitamos pra entrar no assunto já que o Greenpeace está com duas campanhas com um interesse orientalista. Primeiro vamos chamar atenção para o pouco conhecido problema da devastaçao das florestas da indonésia por parte de produtores de Oleo de Palmito, ingrediente vital para os produtos Dove (da gigante Unilever). Há uma carta aberta disponível para assinatura no site pedindo à Dove que pare de usar esses fornecedores.
A outra campanha faz um trocadilho com a marca “Canon” e seu significado em inglês, “canhão”, dizendo que é melhor atirar em baleias com um canhão do que com um arpão. E conclama os internautas a fazerem um pedido ao CEO da Canon. Uma empresa japonesa que se atrela à causas ambientais e desde 1981 mantém uma campanha nesse sentido na National Geographic. Eles pedem que a empresa assuma de vez sua posição como defensora da natureza e tome uma atitude prática. A matança de baleias é subsidiada pelo governo japonês sob o pretesto de pesquisa científica, mas há acusações de que isso é apenas uma desculpa para satisfazer as estravagâncias de uma elite.
O que eu gostei nas duas campanhas é que elas não apenas gritam “façam isso”, mas explicam os motivos para fazer. E toma a atitude madura de não clamar por um boicote aos produtos japoneses ou da Unilever. Pedem que os consumidores, ou não, façam um pedido genuino de ação, os une em uma única grande voz, e apresenta-a aos devidos ouvidos.